
Gentis borboletas coloridas
migraram dos meus sonhos despertos
para a janela de onde contemplo
vida que escorre pelas narinas do tempo
No núcleo das vontades adormecidas
algumas borboletas em voos incertos
ainda estão a bailar aqui e ali
Ora na janela, ora dentro de mim
Úrsula Avner
*poesia com registro de autoria
* imagem retiada do Google