
guardei
o que não era verbo
no fundo de um rio raso
o que não era verbo
no fundo de um rio raso
veio enchente
rio transbordou
peixes saltaram
na vazante
agora
respiram poesia
Úrsula Avner
* imagem disponível no google- sem autoria informada
Olá queridos (as) amigos(as) , finalmente estou de volta !!!! Senti saudades...
Aos poucos visitarei cada um de vocês que sempre me honram e alegram com sua presença em meu cantinho. Beijos com carinho.