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segunda-feira, 22 de março de 2010
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
* No balanço do silêncio *

eis que rompe o dia
invade meu estado de apagão
claridade estúpida
eis que sou sala vazia
lamentos em voz de multidão
garganta calejada e úmida
ruido surdo se alastra
palavras chegam tarde
em vozes moribundas
verso tímido a língua castra
palavras fazem alarde
morrem em valas profundas
Úrsula Avner
* imagem do Google
* poema com registro de autoria
OBS: Caros amigos(as) e visitantes, estou enfrentando problemas de saúde na família por isso ainda não tive tempo para responder aos últimos comentários feitos e para visitar os blogs que acompanho. Espero em breve poder retomar meus contatos com mais tempo. Um abraço a todos e obrigada pelo carinho.
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