sábado, 19 de novembro de 2011

* palco*

fonte da imagem: Google

quando se lê um poema
tem-se um encontro
com uma cena
um dilema
um teorema
um estratagema

ás vezes começo
pelo fim
leio o último verso
até alcançar o primeiro

viro o poema do avesso
leio as estrofes ao inverso
vou sacudindo as palavras

quando se lê um poema
tem-se uma história
o infinito do poeta
sombreia os versos
o infinito de quem lê
margeia os (in)versos

Úrsula Avner

* Olá amigos e amigas estou de volta ! Obrigada a todos pelo carinho de sempre...

domingo, 23 de outubro de 2011

* Breve ausência *


Queridos amigos e amigas, estarei ausente por um breve período... Agradeço a todos que gentilmente sempre me visitam e postam aqui seus comentários.

Obrigada pelo carinho de sempre,

Úrsula Avner

* fonte da imagem : Google ( autoria não informada)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

* Reciclagem *

no riso da manhã
lua rasa ainda plaina
a imagem no espelho
procura novo pouso
na aurora do sonho
busca alento

Úrsula Avner

terça-feira, 20 de setembro de 2011

* Mutação*

tela: Gabriela Bouechat

Queridos amigos e visitantes , hoje estou no Maria Clara: Simplesmente Poesia... Espero por vocês lá... É só clicar aqui para ler o poema.

Úrsula Avner

* Estou muito atarefada ultimamente por isso ainda não atualizei as visitas. Em breve o farei ! Abraços a todos.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

* Derrame *

derrama- se
a lágrima
a sombra
o desejo

o leite
o olhar
o beijo

o sol
em tardes
profanas
a vida
derradeira
em vontades
subterrâneas

Úrsula Avner


fonte da imagem : Google- sem informação de autoria

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

* Outro tom de crepúsculo*

imagem: Google


Chegaste
em canto de pássaro
doce sussurrante
leveza e mistério

nas asas
o amor
em camadas

sonho lampeja
no alto da serra
a tarde é andeja
cobre de ouro velho
a face da Terra

é hora de deitar
o desejo sobre
as entranhas
da serra

abraço rubro



Úrsula Avner

* para o meu amor

domingo, 21 de agosto de 2011

*Escarlate *

imagem : Amanda Cass

pés outrora cimentados
não pisaram jardins abertos
olhos cerrados
não contemplaram
um céu escarlate
agonizando no peito

Quando você chegou
abriu-se manhã ensolarada
pés atirados ao vento
valsam com olhos chapiscantes
escarlate agora é
nossa teia de amor

Úrsula Avner