imagem: Duy Huynhcontemplo hoje
da vida
nova face
nunca antes vista
e que jamais será
vista de novo
é preciso viver
cada momento como
um acontecimento essencial
tal qual
a queda de uma folha
o trajeto de uma lágrima
a agonia do sol no horizonte
ao fim de uma tarde avermelhada
que no dia seguinte
pode não se fartar de cor
e surgir domada
por um céu plúmbeo
em todo o seu vigor
Úrsula Avner













As faces da vida nunca voltam iguais.
ResponderExcluirSaudade daqui, de seus poemas.
Beijo beijo.
Quero aprender a absorver cada face com intensidade, do trajeto da lágrima à folha caindo.
ResponderExcluirBelíssimo Úrsula, uma lição para se viver.
Beijo
[o tanto de quantos momentos, delicados e
ResponderExcluirrefeitos, imensos como esse]
imenso abraço, Úrsula
Lb
belo, belo
ResponderExcluirbeijo
Úrsula,
ResponderExcluirnossos últimos poemas conversam, sem querer, querendo...
(fico feliz pela sincronicidade e complementariedade desse diálogo!).
queria muito me encantar com a novidade de cada momento, mas, infelizmente, nos últimos tempos, só tenho conseguido enxergar a repetição - o que tira, em muito, a garra do/pro viver.
adorei o poema!
um beijo,
Talita.
Úrsula,
ResponderExcluirO "poder do agora": felizes daqueles que não se deixam amarrar pelo passado e nem se prendem em um futuro que nem começou!
Vivem cada minuto único...
Lindo, amiga!
Bjão
Lindo