
por :Pâmela Reis
silêncio é minha voz
sua voz é silêncio
ainda assim
fazemos alarde
meu corpo insulta
o verbo e arde
dentro do peito
cabem manhã e tarde
galopa sem freio o desejo
até a noite cobrir o céu
da cor de Marte
Seu olhar me traga
e ainda que você
traga
veludo ou espinhos
sou sangria
de todos os vinhos
Úrsula Avner
* ainda sobre a paixão...
Sangria desatada é a que mais nos enlaça.
ResponderExcluirBrindo-te, belíssimo poema!
Beijo, flor de formosura.
belíssimo Úrsula, belíssimo!
ResponderExcluirbeijos
Eu aqui tão feliz pela tua alegria rs...que lindo, Úrsula. Que linda vc, sempre.
ResponderExcluirBjos!
a qualquer hora do dia, trazer e tragar podem ser uma só coisa: embriaguez de silêncio.
ResponderExcluirmaravilhoso poema!
Fazer alarde no silêncio. Explosão de felicidade. Lindo! Beijo
ResponderExcluirtragar e verter,
ResponderExcluirbeijo
Um silêncio rubro e lindo.
ResponderExcluirBeijo, querida.
Belíssimo, Úrsula!
ResponderExcluirEmbriaga até o silêncio. De uma beleza ímpar!
Beijos
Mirze
Ursula!
ResponderExcluirE eu estou apaixonada por sua poesia.
parabéns!
beijos cariocas
Muito lindo mesmo! A paixão faz cada coisa....Bj
ResponderExcluirOlá, boa noite!
ResponderExcluirAndei por aqui a pôr a leitura em dia.
Deixo as minhas cordiais saudações,