sábado, 19 de setembro de 2009

* Compasso da queda *

aquela folha caída
banida
nem sabe de si

nem sabe
que
eu
a
vi
cair

na lentidão da pluma
corpo leve
feito espuma
flutua(nte)
no rastro do instante


Úrsula Avner

* poema com registro de autoria
* imagem do Google-não foi informada a autoria

22 comentários:

  1. Oi amiga!
    Essa folha caída, banida, será uma em tantas que cairão. Essa foi vista por alguém que lhe deu importância, outras simplesmente caem e perdem o norte.
    Muito bonito!
    Beijo,
    Judite

    ResponderExcluir
  2. momento de pura inspiração...lindo. bj

    ResponderExcluir
  3. Olá, Úrsula!

    Linda poesia! Leve...

    Forte abraço!

    ResponderExcluir
  4. Cara poetisa observar uma folha caindo diz muito do (eu) interior de cada um, este é um momento mágico onde a nossa vida ganha importância pelo simples fato de reconhecermos naquela folha a nossa própria existência. Parabéns poetisa pelo auto grau de sensibilidade contida em seus versos. J.A.Botacini-Zezinho.

    ResponderExcluir
  5. Num ser humano também cai algo;
    dos olhos, uma lagrima;
    da boca, um sorriro;
    das mãos, um abraço.

    Beijos e bom domingo!!!

    ResponderExcluir
  6. Úrsula querida,

    Lindo, lindo Poema...é de se ler e reler...adorei!Suave e Forte...

    Um grande beijo,
    Ótimo Domingo, repleto de paz!

    Reggina Moon

    ResponderExcluir
  7. Lindo poema! Sempre um prazer descobrir poetas de qualidade por aqui... Beijos

    ResponderExcluir
  8. Lindo Úrsula!

    Pode apostar que eu estava na seiva da folha!
    Seu olhar poético e sua elegância, fazem a cada dia melhores poemas!

    Parabéns, amiga!

    Beijos

    Mirse

    ResponderExcluir
  9. o cidadão anônimo se identifica com a folha caída.

    bela imagem.

    rimas incidentais felizes.


    =D
    marcos

    ResponderExcluir
  10. Olá, Úrsula!

    obrigado pela visita, pelas palavras, por me linkar! e vamos juntos semeando graos.

    abs!

    paz!

    ResponderExcluir
  11. Amiga, diante dos teus versos, fico assim, sem palavras, feito ébria, envolta pela beleza que eles sempre me transmitem.
    Parabéns e mil beijos, no teu coração.

    ResponderExcluir
  12. como diz o hai kai do Mário Quintana:
    uma folha ai
    suavemente
    cai.

    ResponderExcluir
  13. Lindo versos como os demais escritos de sua alma.Poesia do bem

    ResponderExcluir
  14. Oi amiga!
    Passa no meu blogger UMA ILHA PARA AMAR tem uma surpresa pra você, espero que goste.
    Abraços

    ResponderExcluir
  15. Doce poesia,assim como vc!saudades amiga....
    Bjinhos

    ResponderExcluir
  16. Úrsula, seus versos são raios de luz na manhã de primavera, adoro você.
    Bjsss

    ResponderExcluir
  17. Uma folha caída

    também tem a sua poesia.

    Como se prova!

    Bjs

    ResponderExcluir
  18. tanta vida acontece alheia aos nossos olhos... lindo, úrsula. beijos

    ResponderExcluir
  19. Úrsula,

    quanta multividência e fluidez nesses versos?!...

    Só mesmo uma alma sensível como a sua para perceber a beleza poética nos fenômenos mais corriqueiros da natureza, como é a queda [musical] de uma folha. Simplesmente LINDO!

    Mudando de assunto...

    Lhe enviei um e-mail, peço que verifique a sua caixa. Hoje é seu dia de postagem poética lá no Maria Clara.

    Um forte abraço, minha querida. Parabéns por mais uma preciosidade.

    Beijos :)
    H.F.

    ResponderExcluir
  20. Vim convidar vc. para...
    Amanhã, 22 de Setembro, conto com a sua presença na CURIOSA, para comemorarmos juntos esta data tão importante para mim.
    Pode vim. Vai ser uma linda FESTA.
    O CONVITE convite está feito.
    DATA: 22.de Setembro.
    local:BLOG DA CURIOSA.

    COM MUITO CARINHO.
    SANDRA

    ResponderExcluir
  21. Agradeço a cada um dos amigos(as) que aqui deixou registrado seu gentil comentário. Um beijo no coração de cada um.

    ResponderExcluir